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Cristina Carvalho

Há 7 anos que trabalho no ramo imobiliário e esta é a minha paixão. O meu objetivo é tornar os sonhos dos meus clientes realidade.

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5 oportunidades que 2018 traz ao mercado imobiliário

2018 vai ser um ano favorável para fazer bons negócios na área imobiliária. Saiba quais as 5 oportunidades que deve agarrar no mercado imobiliário neste ano.

O crescimento do mercado imobiliário, principalmente nos centros urbanos, irá continuar a verificar-se em 2018. Neste ano, é esperada a consolidação e o início da segunda fase de retoma do setor. 2018 vai ser um ano favorável para fazer bons negócios na área imobiliária, uma vez que a tendência dita que, pelo menos num futuro próximo, o valor do seu imóvel não tende a desvalorizar.

O mercado imobiliário tem marcado, a par do setor do Turismo, o processo de recuperação económica do país, dando sinais de segurança e estabilidade. O investimento estrangeiro neste setor também continuará bastante forte em 2018, concentrando-se sobretudo em imobiliário comercial (como centros comerciais).

 

1. O boom na construção

Os dados indicam que um boom na construção deverá acontecer já este ano. Isto porque existe uma grande e crescente procura, principalmente em projetos para os setores alto e médio. As agências de mediação imobiliária têm admitido que existe, inclusive, um retorno a projetos do período pré-crise que estão agora a ser reformulados para serem finalmente concretizados.

Este boom estará também associado à crescente procura dos estrangeiros por casas em Portugal. Esta procura tem pressionado os preços e valorizando o mercado português. Em 2018, os investidores que procurarem Portugal já virão com um mindset diferente, reconhecendo a qualidade e o potencial do imobiliário em território português, não esperando “pechinchas”, o que é bastante positivo para todo o país.

 

2. A reabilitação urbana

O objectivo da tão mediatizada reabilitação urbana é recuperar imóveis, não só nos maiores centros urbanos mas um pouco por todo o país. Esta é uma medida do Estado que pretende oferecer rendas mais acessíveis do que as que são praticadas em média e, ao mesmo tempo, garantir a devida rentabilidade às instituições e particulares que venham a subscrever o fundo criado para o efeito.

Além das rendas serem mais acessíveis, este fundo traz também vantagens, descritas no Orçamento de Estado para 2018, para quem estiver interessado em investir na compra das mesmas. A compra de uma casa reabilitada para arrendar dará direito à completa isenção de IMT e IMI.

 

3. Os imóveis partilhados

O surgimento de vários espaços partilhados será uma das grandes tendências no setor do imobiliário em 2018. Este conceito tem ganhado vários adeptos um pouco por toda a Europa e também em Portugal. Neste contexto de imóveis partilhados, enquadram-se conceitos de coworking ou até de coliving entre jovens profissionais. Negócios baseados em projectos que combinam casa e hotel para estudantes ou projectos hoteleiros que oferecem muito mais que um mero serviço de alojamento, por exemplo, entrarão no mercado com grande força.

Nesta área, espera-se, ainda, um regresso de projectos fora dos centros urbanos, projetos estes normalmente direcionados para segmentos baixos. Esta tendência é cada vez mais popular sobretudo devido à tendência do trabalho à distância, por exemplo, e da partilha de escritórios, muitas vezes até entre empresas.

 

4. A baixa do IMI

São pelo menos 232 concelhos nos quais a taxa do IMI vai baixar, sendo que Vila Nova de Famalicão é um destes concelhos. A redução do imposto aplica-se a imóveis de habitação própria e permanente. O IMI familiar será também outra prova da generosidade por parte dos autarcas em 2018. Existe um desconto para as famílias, que já era possível desde 2016, contudo apenas em 2018 este desconto terá uma adesão recorde por parte das autarquias. Os benefícios deste desconto podem traduzir-se anualmente em ganhos de 20, 40 ou 70 euros.

 

5. A valorização dos imóveis

Os preços dos imóveis continuarão a subir, sobretudo nos locais com maior procura, como é o caso de Lisboa e Porto. Nos locais mais periféricos a subida também se verificará, mas não de modo tão acentuado. Espera-se que em 2018 surjam novos projectos residenciais e de escritórios, muitos deles de grande dimensão. Estes projetos farão sem dúvida a diferença e marcarão as próximas décadas das cidades portuguesas e do mercado imobiliário. Tal como aconteceu em 2017, o número de compras de residenciais por parte de clientes nacionais estará também em crescimento. Dada a valorização dos imóveis, comprar casa tornar-se-á novamente um investimento muito atrativo, não só para os estrangeiros, mas também para os portugueses.

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